FILOSOFIA COMO REMÉDIO PARA A SOLIDÃOEditora IHCSA • 2017 • ISBN 978-85-62704-02-4 • Português • Capa tipo Brochura • 80 páginas
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A solidão é
uma condição de autoesquecimento que, às vezes, nos lançamos a viver
como uma provação, um castigo, por julgar que somos fracos e impotentes
para lidar com as vicissitudes das emoções. Dir-se-ia, numa linguagem
mais rebuscada, que a vontade de autoreconhecer-se passa necessariamente
por uma busca indelevelmente ligada ao reencontro de nossos abandonos,
dentro dos quais a palavra se articula de inúmeras formas para dar
sentido ao mundo, ajudando-nos a escapar da repetição míope que faz com
que estejamos sempre a mergulhar nos mesmos impas-ses.
A reflexão
filosófica pode significar uma terapêutica de vocação consoladora que,
além de devolver a este Eu regredido uma pungente dignidade, permite-lhe
curar as vicissitudes da vida e as feridas narcísicas inscritas no Eu
corporal como uma linguagem cifrada, em busca de interpretação.
EROS - POESIAS DESNUDAS
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Na poesia erótica, a sexualidade se expõe de forma literária, buscando sempre imagens carregadas de razões estéticas. Na verdade, só a literatura erótica é única e suficientemente capaz de levar a sexualidade à imaginação dos ritos libertários, onde a fantasia sexual estabelece uma transgressão toda vez que o de-sejo é impedido de encontrar sua satisfação.
Essa experiência do imaginário perfaz o sentido da fantasia que aguça a demanda do desejo e introduz na cena a dimensão do ritual. A imaginação sensual é essencialmente erótica e põe em cena o corpo de modo a fazer com que o apaixonado, imagi-nando, realize a experiência inflamada em busca do ritual do prazer que falta.
DESEJO, PAIXÃO, CIÚME: A Violência do Amor Traído
Editora IHCSA • 2018 • ISBN • Português • Capa tipo Brochura • 140 páginas
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Em suma, o ciumento é um detalhista, um fetichista indefectível, cujo sofrimento está intrinsecamente ligado “ao concreto”: aos “efeitos de realidade” e às “categorias axiológicas figurativas”. Sob a pressão da suspeita, ele elabora com competência uma representação discursiva do simulacro passional, onde vicejam os procedimentos simbólicos ou semi-simbólicos da manifestação do estado disfórico: ideias funestas, uso de veneno, deformações físicas, morte ritualizada, autodestruição, etc.
Tudo se passa como se a expressão do ciúme e do sofrimento resultante proporcionasse ao ciumento uma valência polarizada, regida pelo apego amoroso, de um lado, e pela cisão do ego, de outro. Conflito que se manifesta no percurso epistemológico e passional do saber e do existir e que faz reconhecer no sujeito apaixonado um certo confinamento interior, no qual ele afirma a exclusividade de suas relações com seu objeto de valor.
FILOSOFIA E DIREITO: Racionalidade e Discurso
Editora IHCSA • 2018 • ISBN 978-85-62704-03-1 • Português • Capa tipo Brochura • 140 páginas
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A questão do desenvolvimento de raciocínios críticos na formação jurídica, afirma-se como uma exigência importante para o aprimoramento da capacidade intelectual e cognitiva do estudante do Direito, Neste sentido, a filosofia tem um lugar de destaque nesta formação na medida em que fornece ao estudante os instrumentos operacionais adequados à construção de ideias, raciocínios e argumentos julgados indispensáveis ao êxito prático das construções teóricas e aplicadas do Direito na vida social.
Este livro tem o objetivo de articular esta relação promissora entre Filosofia e Direito, entre racionalidade e discurso, demonstrando a importância de um raciocínio desmistificador na construção de um saber e de um fazer jurídicos mais coerentes, melhor justificado e mais útil em sua função social.
ESTADO MODERNO E DIREITO
Perplexidades Contemporâneas
Perplexidades Contemporâneas
Editora IHCSA • 2018 • ISBN • Português • Capa tipo Brochura • 140 páginas
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O início do século XX é o contexto da síntese das perplexidades diante das quais as sociedades emergentes e o indivíduos con-temporâneos se deparam atônitos e que, via de regra, apre-sentam-se como ameaças permanentes ao cotidiano dos cidadãos. Parece que tudo em torno de nós está variegado. As concepções acerca da natureza do capitalismo, do Estado, do poder e do direito se vislumbram confusas e contraditórias e o exacerba-mento das contradições dos sistemas políticos, caracterizados pelo crescimento das desigualdades sociais, da ordem/desordem autoritária e da opressão, exige medidas mais adequadas e mais céleres nas demandas empreendidas pelos grupos minoritários no processo de exclusão dos esquemas de seguridade social.




